segunda-feira, 4 de junho de 2007
Descrente indireta
Agora lá vamos nós cantar mais uma canção. Sempre me diziam que 'quem canta os males espanta'... pois eu sou descrente. Eu canto, eu grito, faço de tudo. Ainda assim tenho meus inimigos, meus defeitos e todas essas coisas mais. Será que eu tinha que cantar com menos sinismo?!
Assuma
Desenhe-me no crepúsculo, na moita, na melodia. Mostre-me no suave, no sonho, na cantoria. Pegue minha mão e confesse a todos que você está aqui, ao meu lado. Eu te sinto, eu te vejo. E eu converso, conversas relaxantes. Como de anjos... anjos conversando sobre os segredos, a vida, as infinidades e até a morte. Por fim, te desenho no crepúsculo, na moita, na melodia. Te mostro no suave, no sonho, na cantoria. Já peguei sua mão e já confessei a todos que você estava ao meu lado. Mentira.
domingo, 3 de junho de 2007
Labaredas infinitas
Foi quando deu-se madrugada, que aquela já se aquietava, sozinha no meio de seus pertences. Era tomada pela angústica, medo, premonição. Sentia seus sentimentos, seus sentidos, suas controvérsias. Não durmia, lia, pensava, criava, apagava, errava. Era tomada por fatos, mas sentia seu coração pulsar, pulsava mais rápido do que qualquer outra luz. Fato incompreendido até então. Pensava, sentia; sentia e pensava. Sentia como ninguém até então pudia sentir, era diferente e indiferente. E quando recebera a notícia, era mais uma vez tomada por essas labaredas infinitas de objetos estranhos... que entravam e saíam sem permissão. Iam de um lado a outro. Matando, comendo, bebendo, gritando. Era o medo, a saudade, a angústia, o choro,a tristeza. A culpa. E como toque final, recebia como convidada principal a tal da loucura, que até então só vinha para tomar chás.
Foi quando deu-se madrugada, que aquela já se aquietava, sozinha no meio de seus pertences. Era tomada pela angústica, medo, premonição. Sentia seus sentimentos, seus sentidos, suas controvérsias. Não durmia, lia, pensava, criava, apagava, errava. Era tomada por fatos, mas sentia seu coração pulsar, pulsava mais rápido do que qualquer outra luz. Fato incompreendido até então. Pensava, sentia; sentia e pensava. Sentia como ninguém até então pudia sentir, era diferente e indiferente. E quando recebera a notícia, era mais uma vez tomada por essas labaredas infinitas de objetos estranhos... que entravam e saíam sem permissão. Iam de um lado a outro. Matando, comendo, bebendo, gritando. Era o medo, a saudade, a angústia, o choro,a tristeza. A culpa. E como toque final, recebia como convidada principal a tal da loucura, que até então só vinha para tomar chás.
Insanidade
Aquela que começa a perceber o mundo a sua volta, depois de mortes, abandonos, choros e desesperos.
E foi quando a madrugada se iniciou que aquela já se aquietava por entre movimentos, barulhos, ruídos, pensamentos; e não conseguia durmir, pensar, sonhar. Via diferentes ângulos, formas, corações, mudanças. Mas sentia, sentia como ninguém pudia sentir no mundo inteiro. Sentia o indesejo, a premonição, o medo, a insegurança... sentia por fim o sentido. E quando a notícia chegara, sentia ainda mais a falta... a saudade, a dor, a certeza, a dúvida e a contradição. Recebia o frio, a tremedeira, a angústia, a culpa e por fim a loucura.
Aquela que começa a perceber o mundo a sua volta, depois de mortes, abandonos, choros e desesperos.
E foi quando a madrugada se iniciou que aquela já se aquietava por entre movimentos, barulhos, ruídos, pensamentos; e não conseguia durmir, pensar, sonhar. Via diferentes ângulos, formas, corações, mudanças. Mas sentia, sentia como ninguém pudia sentir no mundo inteiro. Sentia o indesejo, a premonição, o medo, a insegurança... sentia por fim o sentido. E quando a notícia chegara, sentia ainda mais a falta... a saudade, a dor, a certeza, a dúvida e a contradição. Recebia o frio, a tremedeira, a angústia, a culpa e por fim a loucura.
Assinar:
Comentários (Atom)